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Meu desejo foi sempre ter uma faca, um gume  que pudesse à vista minhas vísceras, libertasse meu cérebro, meu coração. Que me libertasse do que tenho aqui dentro, cortasse minha língua e meu sexo. Uma lâmina afiada que raspasse minha impureza. Então aquilo a que chamamos espírito se libertaria deste cadáver sem significado. Spegel. 

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