A imaginação.

Mas seria de esperar, quando se volta às imagens, que a psicologia de síntese rejeitasse expressamente sua origem sensível e sua assimilação a “impressões fracas”. Das duas, uma: ou elas continuam sendo conteúdos inertes, e nesse caso é preciso limitar o papel da espontaneidade à percepção de relações entre imagens que se evocam umas às outras pelas leis de associação, ou se afirma que a consciência é organização, sistematização, que o escoamento dos fatos psíquicos é regido por temas diretores, e nesse caso a imagem não pode ser mais assimilada a um conteúdo de opacidade receptiva. Assim, nada ganhamos ao passar ao plano da psicologia pura.

A imaginação, Jean-Paul Sartre.

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